
“Aquelas pessoas vulneráveis, que têm imunidade mais baixa, agravam, internam. As doenças respiratórias, quando evoluem para gravidade, requerem internação. Muita gente vai para UTI, entuba, como é o caso de crianças e idosos. E os óbitos, a maioria deles, são justamente de crianças e idosos, que são uma população muito vulnerável”, disse.









































